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Fiscalização interdita duas clínicas odontológicas em Nova Friburgo

Ação conjunta da Vigilância Sanitária e do Conselho Regional de Odontologia constatou irregularidades na esterilização do material utilizado nos estabelecimentos

Por Matheus Oliveira - 05 de Dezembro de 2018, 17:31
Fiscalização interdita duas clínicas odontológicas em Nova Friburgo Ação conjunta identificou irregularidades em clínicas odontológicas de Nova Friburgo | Foto: Divulgação/CRO

Em ação conjunta realizada na tarde da última terça-feira, dia 4 de dezembro, entre a Vigilância Sanitária Municipal e o Conselho Regional de Odontologia (CRO), duas clínicas odontológicas foram interditadas no distrito de Conselheiro Paulino, por causa da falta de higienização dos materiais.

De acordo com a coordenação do CRO, a ação foi motivada por denúncias. A fiscalização contou com dois agentes da Vigilância Sanitária e dois do Conselho Regional.

“O CRO é responsável por fiscalizar alguns itens, enquanto a Vigilância Sanitária avalia outros procedimentos”, declarou, em nota, o Conselho Regional de Odontologia.

A seção serrana do Conselho ainda destacou que as empresas pertencem ao mesmo proprietário, sendo uma localizada na parte central de Conselheiro e outra no bairro Jardim Ouro Preto.

No local, os responsáveis pela operação constataram que a esterilização dos materiais não era realizada da maneira correta, o que levou a interdição. Nos dois estabelecimentos, um total de quatro dentistas atuavam em cada um.

O mesmo dono das clínicas interditadas foi notificado, também, por irregularidades na documentação de um terceiro estabelecimento, pois o mesmo não possuía CNPJ e nem registro no CRO. A Vigilância Sanitária destacou ainda que as licenças necessárias para funcionamento do estabelecimento não foram entregues no prazo. O proprietário não pode entrar nas clínicas até que a situação esteja regularizada.

Em nota, a Vigilância Sanitária informou que “para desinterditar os estabelecimentos, é necessário apresentar os documentos de cumprimento das exigências feitas pela Vigilância e o pagamento de uma taxa. Após, uma nova vistoria deve ser realizada para que haja a liberação”.