Autoconfiança: como práticas alternativas podem ajudar nessa conquista

Na Região Serrana é possível encontrar com facilidade centros de terapias alternativas

Por Juliana Guzzo
28/05/19 - 15:46
Autoconfiança: como práticas alternativas podem ajudar nessa conquista Autoconfiança: como práticas alternativas podem ajudar nessa conquista | Foto: Banco de Imagem

Buscando alívio no combate às dores ou auxílio no tratamento de doenças, muitas pessoas recorrem às terapias alternativas. Para além dos males do corpo, práticas que diminuem o estresse, promovem autoconhecimento e autoconfiança têm se popularizado no Brasil.

Na Região Serrana do Rio, é possível encontrar com facilidade centros de terapias alternativas que oferecem atendimentos de reiki, leitura de aura, cura pranica, entre outros. Desses tratamentos, a prática de “barra access” tem sido muito procurada.

Criada em 1990 pelo norte-americano Gary Douglas, é considerada pelos terapeutas um processo quântico, feito a partir de toques suaves em 32 pontos energéticos em torno da cabeça. Segundo o criador, esses pontos armazenam toda corrente eletromagnética das sinapses neurais que criam os padrões comportamentais e reações programadas.

De acordo com a técnica, cada um desses pontos possui registros de milhares de informações limitantes que impedem o funcionamento normal do cérebro. Com a ativação das barras, o terapeuta libera esses registros, ajudando-nos a ver além dos padrões que usamos e dos problemas que passamos até então.

"A prática com 'barras de access' é, basicamente, tocar pontos da cabeça, que são estratégicos e ajudam a pessoa a atingir um estado de maior introspecção. Segundo o criador desse processo, você consegue atingir suas crenças limitantes e eliminá-las, tendo consciência disso ou não. Desse modo, a cada sessão, mais crenças limitantes são eliminadas, levando a pessoa a um estado de autoconfiança", explica o terapeuta Hugo Dalmmon, residente em Petrópolis.

Quem fez o atendimento, recomenda. A carioca Carla Tavares aproveitou um dia de folga, numa viagem a trabalho em Nova Friburgo para experimentar o tratamento:

“A terapia permitiu literalmente acesso às emoções adormecidas. De forma ilustrativa, os pensamentos são trazidos, de modo rápido e claro por meio de imagens, símbolos e sentimentos. O processo é extremamente emocionante e a cura acontece a partir da permissão do paciente, e é nesse momento que acontecem os desbloqueios e liberações para uma vida mais feliz e leve”, contou a empresária.

Porém, os profissionais de saúde fazem um alerta importante: caso a pessoa tenha algum problema de saúde ou psicológico, deve consultar antes seu médico ou terapeuta. A neuropsicóloga Mariana Guida, que atende em Cantagalo, recomenda: “Conversar com seu médico de confiança e terapeuta antes de iniciar qualquer outra atividade é sempre um caminho mais seguro”, enfatiza.