Concurso Gay de Nova Friburgo elege Samantha, interpretada por Alexandre Corguinha

Performances também fizeram apelo pelo fim da violência contra a mulher e combate à homofobia

Por Redação Multiplix
06/03/19 - 15:09
Concurso Gay de Nova Friburgo elege Samantha, interpretada por Alexandre Corguinha Alexandre Corguinha, interpretando Samantha, ganhou o título de Gay do Carnaval 2019 e recebeu o troféu do secretário de Turismo, Pablo Sprei | Foto: Divulgação/Leonardo Vellozo (Prefeitura de Nova Friburgo)

Em sua 17ª edição, o Concurso Gay do Carnaval de Nova Friburgo, que busca dar visibilidade e reforçar o respeito e a garantia dos direitos à comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgêneros), elegeu, na última segunda-feira, 4 de março, a melhor apresentação artística, que foi para Alexandre Corguinha, interpretando Samantha. O segundo lugar ficou com Ellen Bittencourt e o terceiro foi para Sophia Lorennzi.

A disputa foi realizada entre cinco candidatos que se apresentaram com bailarinos, efeitos especiais e trocas de figurino. Na escolha da melhor performance, foram avaliados apresentação, figurino, criatividade e tempo.

Apresentações contaram com efeitos especiaisApresentações contaram com efeitos especiais | Foto: Divulgação/Leonardo Vellozo (Prefeitura de Nova Friburgo)

Com humor provocativo, Lady Coió, interpretada por Willian Ferro, apresentou o concurso arrancando risadas da plateia. O primeiro candidato, Tito Eler, trouxe, em sua apresentação, um apelo pelo fim da violência contra a mulher. Alexandre Corguinha, Samantha, fez uma homenagem repleta de saudade e emoção à sua mãe. A terceira concorrente da noite foi Roberta Vergas, que deixou uma mensagem de combate à homofobia. Ellen Bittencourt foi a quarta a subir ao palco e homenageou Elba Ramalho, Freddie Mercury e Valéria Valença. Encerrando as performances, Sophia Lorennzi trouxe a memória da cantora Clara Nunes para o concurso.

Entre o público presente, Fernanda Schuenck e João Bastos, que apoiam as causas da comunidade LGBT, foram escolhidas como “gays honorários”, e Cleusa de Fátima Ramalho foi nomeada como “madrinha gay”.