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Nova Friburgo vai reativar a usina de asfalto quente e oferecer serviços a outros municípios

Acordo entre o município e o órgão do Governo do Estado possibilita a produção de massa asfáltica para atender a cidade e outras regiões do estado

Por Luisa Machado
09/12/19 - 12:03
Nova Friburgo vai reativar a usina de asfalto quente e oferecer serviços a outros municípios Reunião contou com a presença de representantes municipais e estaduais | Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Nova Friburgo

Sem funcionamento desde 2018, a usina de asfalto quente localizada em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, vai retomar as atividades. A decisão foi tomada pelo prefeito do município, Renato Bravo, em parceria com o Departamento de Estradas e Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ).

A reabertura da usina foi discutida em reunião na última sexta-feira, dia 6 de dezembro, com o presidente do órgão estadual, Uruan Cintra de Andrade. Também estavam presentes o secretário municipal de Obras, Jeferson Aragão, e o deputado estadual, Sérgio Louback.

O DER-RJ será responsável por trazer a Nova Friburgo todo o material necessário para que a usina de asfalto quente entre em funcionamento e, em troca, a usina passa a oferecer o produto final para fora da cidade, como explica o presidente do departamento.

“Aqui tivemos uma particularidade em que o prefeito dispôs a usina para que a gente também usine para outros municípios. Nós estamos para ajudar o município e a cidade para ajudar o estado”, comenta Uruan.

Histórico da usina

A usina foi inaugurada em setembro de 2015 no alto da Chácara do Paraíso, às margens da RJ-150 pelo então prefeito Rogério Cabral (PP) e tem capacidade para produzir cerca de 80 toneladas de massa asfáltica por hora, o equivalente a 800m² de asfalto.

Na época, o objetivo do projeto era se tornar autossuficiente na produção do material, além de cuidar da recuperação das vias do município que estivessem passando por problemas.

Acontece que a prefeitura vem passando por uma crise financeira que dificulta a compra da emulsão asfáltica, obra prima para a produção da massa. Por isso, a fábrica funciona parcialmente desde 2016 e sem conseguir suprir as necessidades municipais.