Megaoperação prende 616 pessoas no estado do Rio de Janeiro; cinco delas em Nova Friburgo
Ação cumpriu centenas de mandados contra investigados por roubo, latrocínio e receptação
Operação Espoliador ocorreu em todo o estado do Rio de Janeiro
|
Foto: Reprodução/PCERJ
Nessa terça-feira, 24, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) do Rio de Janeiro deflagrou a Operação Espoliador, que, até a manhã desta quarta, 25, teve 616 presos.
Desse total, cinco prisões ocorreram em Nova Friburgo, na Região Serrana, segundo a 151ª Delegacia de Polícia (DP).
A DP ainda informou que duas foram em razão de mandado e três em flagrante.
Siga o canal do Portal Multiplix no WhatsApp
A ação cumpriu centenas de mandados de prisão contra investigados por roubo, latrocínio e receptação em todo o estado.
De acordo com a Polícia Civil, essa já se consolida como a maior operação da história do Rio de Janeiro, em número de presos em um único dia.
O governo estadual detalhou que na Operação Espoliador de março do ano passado foram levadas 610 pessoas em um único dia.
A ação desta semana mobilizou policiais civis dos Departamentos-Gerais da Capital (DGPC), da Baixada (DGPB), do Interior (DGPI), de Polícia Especializada (DGPE), Departamento Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM) e de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP).
Os alvos, segundo a polícia, "foram identificados a partir de inquéritos e trabalhos de inteligência que apontaram a atuação de criminosos de alta periculosidade ligados a crimes contra o patrimônio".
Para a Sepol, a Operação Espoliador atinge toda a cadeia criminosa, incluindo líderes de quadrilhas, executores, colaboradores e receptadores, responsáveis por fomentar e sustentar as práticas ilícitas.
As investigações indicam que facções investigadas concentram cerca de 80% dos roubos de veículos e 90% dos roubos de carga na capital e na Região Metropolitana.
O secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi, falou sobre a megaoperação:
A Polícia Civil vem, reiteradamente, com uma série de operações, tirando esses bandidos de circulação. O que dificulta, na verdade, é o retrabalho. Mais de 60% dos presos já possuíam anotação criminal. Mesmo com toda movimentação das delegacias, alguns criminosos voltam às ruas no dia seguinte à prisão. A Polícia Civil continuará prendendo, mas precisamos que haja uma reformulação.
Receba as notícias das regiões Serrana e dos Lagos no Rio direto no WhatsApp. Clique aqui e inscreva-se no nosso canal!






