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Nova Friburgo: após 27 dias, servidores municipais da Educação suspendem greve

Decisão foi tomada pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), após audiência entre a prefeitura e o Ministério Público do Trabalho (MPT)

Por Luisa Machado
04/09/19 - 11:21
Nova Friburgo: após 27 dias, servidores municipais da Educação suspendem greve Paralisação das atividades dos profissionais da Educação em Nova Friburgo durou 27 dias | Foto: Arquivo/João Luccas Oliveira

Após 27 dias de paralisação, profissionais da Educação de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, decretaram a suspensão temporária da greve dos professores. A decisão foi do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (Sepe), após audiência realizada entre o funcionalismo público, representantes da Prefeitura de Nova Friburgo e do Ministério Público do Trabalho (MPT).

O representante do Sepe, Rodrigo Inácio, questionado sobre o final da paralisação do trabalho dos servidores municipais da Educação, respondeu que a categoria, agora, se encontra em estado de greve.

“A greve foi suspensa e a categoria entrou em estado de greve, e a questão principal foi a abertura de negociação”, disse o representante do sindicato dos professores.

Quando a categoria se coloca em estado de greve, significa que a paralisação efetiva chegou ao fim, mas que os profissionais podem voltar à greve a qualquer momento. A definição de estado de greve acontece, normalmente, motivada por um momento de firmar compromissos ou de avaliação de ambas as partes envolvidas. Nesse caso, a Prefeitura de Nova Friburgo e os servidores da Educação.

Em nota, o executivo informou que a proposta acordada com o MPT começou a valer desde terça-feira, dia 3 de setembro.

“Durante a audiência realizada no dia 2, com o MPT, ficou acordado que o valor descontado da folha de pagamento dos servidores que aderiram à greve da Educação seria restituído, desde que eles retornassem às atividades no dia 3.”

Sobre a greve

A greve dos servidores municipais da educação começou no dia 10 de agosto e as principais reivindicações da categoria eram: reajuste salarial de 25% para os profissionais da educação, apoio e magistério; reajuste retroativo para funcionários de apoio com acréscimo de 4,61% a partir de janeiro de 2019, respeitando a equivalência do mínimo nacional, somado ao valor dos meses em atraso; além de pedidos para a regularização da jornada de trabalho da categoria, entre outros motivos.